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2017

Tema: “Saúde acolhedora na hospitalização e desospitalização: o empoderamento do paciente e sua família na aderência ao tratamento integral”

Programação:
– A Percepção do Profissional e Estudante da Saúde sobre a Eficácia do Trabalho Voluntário – com Prof. Dra. Helena Fraga Maia, Prof. Me. Jorge Beck Filho (UNEB – Universidade do Estado da Bahia) e Prof. Me. Valdir Cimino (Viva e Deixe Viver)
– O tratamento da criança com câncer: contribuições do GRAACC – com Dra. Eliana Caran
– Um olhar atento e respeitoso ao bebê – com Ana Maria F. B. Souza Pinto
– Autismo: um mundo a ser descoberto – com Dr. Carlos Augusto Takeuchi

2016

Temas:
  • O humanismo enquanto direito do cidadão (Desembargador Antonio Carlos Malheiros)
  • Neurociência e Educação: o papel da emoção na aquisição e uso do conhecimento científico (Prof. Dr. Guilherme Brockington)
  • A Importância da Gestão do Voluntariado na Saúde (Dr. José Luiz Setubal)
  • A Cultura da Responsabilidade Social, Direitos Humanos e Cidadania (Secretário Municipal de Direitos Humanos e Cidadania Eduardo Suplicy)

2015

Tema: O impacto do Estudo do Corpo na Formação do Comunicador (Dra. Simone Bambini)

2014

Tema: “Acolhimento, Comunicação e Voluntariado na Saúde”

2013

Tema: “Liderança Humanizada na Gestão da Saúde”

- Pesquisa (Dra. Helena Maia e Valdir Cimino): Resultados e Revista Filantropia

2012 Tema: “Interdependência entre educação, saúde e comunicação”

Responsáveis pela pesquisa 2012/13:
Dra. Helena Fraga Maia (UNEB Bahia)
Mestre Valdir Cimino (Viva/FAAP)
Pesquisadora Suzel Figueiredo (IDEAFIX/Aberje)
Prof. Jorge Beck (UNEB Bahia)
Adriana Dias Rezende (IMIB – DF)
Parceria com o Ministério da Saúde

2011

Tema: “Comunicação e Liderança na Atenção e Gestão de Saúde”

Ao promover debates, encontros e reflexões sobre novas ideias, a 7ª Edição do Congresso Brasileiro de Humanização da Saúde em Ação teve resultados positivos para quem cuida e dissemina a humanização hospitalar. No Centro de Convenções da Bahia houve troca de informações sobre trabalhos científicos e cases que valorizam as experiências praticadas com sucesso.

Prêmio Marketing Best

2010

Tema: “Aspectos éticos e humanísticos na formação do profissional da saúde”

Pesquisa sobre Humanização revela ausência de comunicação na Saúde. A pesquisa foi conduzida pelo fundador do Viva, Professor Valdir Cimino, e pela pesquisadora Suzel Figueiredo, da Idea Fix, entre abril e novembro de 2010.

As questões apresentadas na pesquisa dizem respeito aos valores humanos desejáveis no exercício da saúde. Atributos esses, necessários para o papel de um líder na área da saúde, além de habilidades e competências necessárias aos profissionais e estudantes que atuam nesta área. “Entre todos os itens avaliados, a comunicação ganhou destaque, apontada como principal fator a ser aprimorado. A percepção que temos é que muitos desacertos médicos e de enfermagem poderiam ser evitados com uma comunicação mais eficiente”, avalia Cimino.

De acordo com a pesquisa, as relações entre os profissionais de saúde e pacientes passam por profundas transformações, revisando práticas, processos, relacionamento e comunicação. Relações mais humanas têm profundo impacto na aceitação da doença e adesão ao tratamento, o que significa maior possibilidade de cura. “É interessante perceber que estes profissionais estão bastante conscientes quanto à importância de ter humildade (17,6% dos entrevistados) e honestidade (15%) no exercício da saúde”, observa Cimino. A humildade, que foi contextualizada como sendo o reconhecimento da importância de todos, e a honestidade, que é a atuação de forma verdadeira, são os valores humanos mais desejados.

A comunicação em primeiro lugar - Parte-se do princípio que saber ouvir é uma das etapas da humanização, portanto, sem comunicação (28.4%) não haverá humanização. Entre tantas outras habilidades, os profissionais e estudantes da área da saúde colocam a comunicação em primeiro lugar, quando se trata dos atributos imprescindíveis para um líder nessa área. No livro Valores Humanos no Trabalho, O’Donell aponta que um líder é um ser humano que interage com outros seres humanos. Este fato tão elementar é a base da cooperação e do progresso individual e coletivo.

De forma geral, os professores, doutores ou líderes são bem avaliados quando o assunto é o conhecimento técnico e aspectos pragmáticos, como objetividade e determinação. Entretanto, características mais humanas se afastam desse perfil.

Ao olhar para si mesmo e para os colegas, sobressaem os atributos humanos e pragmáticos. A cumplicidade (73.3%) é a característica mais percebida nos amigos, levando a crer que o “real espírito coletivo” conquista melhores resultados para saúde do paciente. Já na autoavaliação, o participante da pesquisa valoriza sua persistência (82%).

Embora os primeiros passos em direção ao tratamento humanizado tenham sido dados com o Humaniza SUS, e as iniciativas de entidades não governamentais como a Associação Viva e Deixe Viver, ainda há um longo percurso pela frente. A sensibilização dos enfermeiros, que hoje estão no contato diário e constante com os pacientes, e dos estudantes de medicina, que num futuro próximo farão parte da equipe dos hospitais, certamente contribuirá para que o objetivo seja alcançado.

2009

Tema: Humanização no cenário da saúde brasileira

Com os trabalhos apresentados foi possível refletir sobre o conceito de humanização e suas interfaces frente à transformação dos modelos assistenciais e de gestão. O evento contou com a apresentação de cases de sucesso, autoridades e de profissionais de reconhecido destaque.

O Hospital das Clínicas de São Paulo foi o parceiro desta edição. A partir desta, adotamos os seguintes Eixos Temáticos Permanentes:

1. Gestão para a qualidade e humanização. (Gestão sustentável, Estratégias de gestão, Grupo de Humanização e Experiências práticas).

2. Cuidado ao paciente. (Participação dos pacientes e familiares, cuidadores, integralidade e experiências práticas).

3. Valorização do trabalho profissional. (Estratégias de valorização e reconhecimento profissional, saúde do trabalhador, gestão de pessoas, experiências práticas).

4. Humanização no ensino em saúde. (Educação Permanente, Formação do profissional de saúde, Estratégias de qualidade)

5. Pesquisa em humanização. [Pesquisas operacionais (em serviço), pesquisas educacionais, políticas de incentivo às pesquisas em humanização e experiências práticas].

2008

Tema: Relações Interpessoais humanas e tecnológicas

2007

Tema: Transformação - Diferentes modelos de gestão na Saúde, Bioética e Biodireito na atuação dos profissionais de Saúde

O evento realizou encontros de Troca de Experiências e Vivências, onde os participantes conheceram em profundidade trabalhos de entidades que se dedicam a promover o bem-estar de quem trabalha ou está internado em hospitais.

2006

Tema: Valorização das Ações Regionais de Humanização

2005

Tema: Valorização das Ações Regionais de Humanização

Com o crescimento da Associação Viva e Deixe Viver e a expansão de suas atividades para outros estados e cidades brasileiras, houve a necessidade de valorizar as ações regionais produzidas em prol do atendimento humanizado.

A Associação Viva e Deixe Viver passou a organizar este evento, com as suas afiliadas e vinculadas; representantes locais dos contadores de histórias; hospitais, faculdades e universidades.

Rede Viva e Deixe Viver
Os Fóruns reforçaram a importância da Humanização no cenário da saúde brasileira.

2004

Tema: “O Respeito ao Profissional da Saúde para a Criação de Ambientes Hospitalares mais Saudáveis”

Sob quatro ângulos: Fator Humano, Fator Ambiental, Comunicação e Visão do Futuro.

Além do programa de palestras, os participantes tiveram a oportunidade de participar dos encontros e vivências, onde puderam conhecer os trabalhos de entidades que se dedicam a promover o bem-estar de quem trabalha ou está internado em hospitais.

2003

Tema: O que é Humanização Hospitalar

Foram ministradas oficinas, além de uma feira aberta ao público, para a exposição de projetos de humanização, como novas tecnologias e produtos hospitalares. O tema foi "O que é Humanização Hospitalar" e contou com a participação do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC - FMUSP), coordenando um dos painéis "Relação Paciente x Hospital", com as palestras "A Humanização para a UTI”, "A Saúde na 3ª Idade" e "Cuidados e Atendimento para Pacientes com Deficiência Renal".

2002

Tema: Humanização da Saúde em Ação: "Respeitar a Vida é uma Questão de Atitude"

Em sua 2ª edição, por consenso e pesquisa de avaliação dos participantes, o evento passou a se chamar: O Congresso Brasileiro de Humanização da Saúde em Ação. Ou seja, debater é importante, mas mostrar ação, resultados de projetos e de pesquisas passou a ser prioridade.

Abordou o tema: "Respeitar a Vida é uma Questão de Atitude" e contou com a apresentação do Painel Voluntário: O Agente Transformador, com a participação da professora Luiza Yoshida, da UNICAMP, que mostrou o projeto científico da Associação Viva e Deixe Viver e dos Doutores da Alegria.

2001

Tema: Congresso Brasileiro de Humanização da Saúde em Debate: "O Trabalho Voluntário na Saúde"

Realizado no Hotel Gran Meliá WTC, em São Paulo, contou com a participação de profissionais da saúde, líderes de organizações sociais, autoridades governamentais e voluntários.

Em abril de 2001, organizações não governamentais, governo, mídia e iniciativa privada tiveram a oportunidade de participar do 1º evento em prol da humanização. Produzido pela Associação Viva e Deixe Viver com a colaboração com seus voluntários, colaboradores e dos hospitais parceiros.

- Programa de Humanização da Saúde

- Política Pública de Humanização da Saúde

- Rede HumanizaSUS

- Redes Sociais

Outras políticas associadas:

- Brinquedoteca Hospitalarhttp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11104.htm

- Lei federal nº. 11.104/2005

- Classe Hospitalar

Em 2001, ANO INTERNACIONAL DO VOLUNTÁRIO, a Associação Viva e Deixe Viver recebeu o convite do Centro de Voluntariado de São Paulo, do Instituto Brasil Voluntário - Faça Parte e da Prefeitura de New York - City/USA, para participar do comitê responsável pela organização da programação das comemorações desse movimento mundial, promovido pelo programa de Voluntários das Nações unidas (VNU), pela Rede Brasil Voluntário e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

- Voluntariado e Psicanálise

O Viva, por acreditar na causa da humanização, difunde uma nova postura e atitude dos profissionais de saúde e da sociedade atendida, resultando na diminuição do tempo de internação, no aumento da produtividade das instituições de saúde, na melhoria dos processos de relacionamento entre profissional e paciente e a observância dos direitos dos pacientes e seus familiares.

Causa

Contribuir para a humanização da sociedade, fortalecendo valores e princípios éticos essenciais entre os sujeitos que produzem saúde.

Justificativa

A sociedade contemporânea se caracteriza pela ampliação de horizontes por meio da ciência e da tecnologia. Nesse caminho, a humanização na área da saúde é hoje uma importante estratégia de gestão, atenção e construção de uma cultura institucional voltada à valorização das pessoas, ao compromisso ético, à melhoria da assistência e à excelência dos serviços.

Objetivo

Possibilitar uma reflexão aprofundada sobre o conceito de humanização e suas interfaces frente à transformação dos modelos assistenciais e de gestão.

Objetivos Específicos

Mostrar que a prática de ações ligadas à humanização da saúde está ao alcance de todos (acolher). Valorizar as experiências praticadas em instituições da saúde com projetos de sucesso, promover a melhoria das relações interpessoais (cuidar do cuidador). Promover as disciplinas de humanidades e as boas práticas exercidas por alunos e educadores. Agir em prol da gestão participativa. Valorizar e valorar o serviço voluntário como apoio imprescindível para a saúde e educação.

PARA SER VOLUNTÁRIO É PRECISO:

  • Conhecer e concordar com a missão, causa, princípios e visão da Associação Viva e Deixe Viver. http://www.vivaedeixeviver.org.br/home/apresentacao
  • Ter idade superior a 18 anos, gostar de ler, ter disponibilidade para estudar livros infantis e interesse em ser Contador de Histórias.
  • Ter disponibilidade para atuar uma vez por semana durante 2 horas no hospital e participar de oficinas de capacitação
  • Pesquisar e manter-se atualizado sobre literatura infantil.
  • No Curso de Contação de História as disciplinas são ministradas por palestras, vivências, sarau e treinamento nos hospitais, que visam avaliar alguns requisitos essenciais para atuar no ambiente hospitalar e a disposição do candidato em realizar trabalho voluntário com compromisso e responsabilidade.

Preencher o questionário da Viva e fornecer uma foto 3x4, que será entregue no primeiro dia de formação.

Falta por qualquer motivo sem justificativa em qualquer uma das etapas, exclui automaticamente o candidato do processo de seleção. Para isso fique atento a todas as datas:
CURSO DE FORMAÇÃO DE NOVOS CONTADORES

Módulo I - 25/marDISCIPLINA: Princípios e Diretrizes da associação Viva e Deixe Viver e Fundamentos Filosóficos do Voluntariado Contemporâneo. DISCIPLINA: Planejamento Pessoal e Administração do Tempo do era uma vez.

Módulo II - 29/abrDISCIPLINA: "Formação de Leitores". DISCIPLINA: A Ética do Contador e o Uso do Avental da viva e Ambientação Hospitalar/O Mundo da Saúde. DISCIPLINA: Processo de Morrer/Lidar com as Perdas. DISCIPLINA: "Vivência Terapêutica".

Módulo III - 13/maiDISCIPLINA: Valor do Registro no Diário do contador e Histórias de quem Conta Histórias. DISCIPLINA: A Descoberta do Brincar Educacional: o brincar com a narração de histórias e o desenvolvimento infantil.

Módulo IV - 22 a 27/mai(vivência nos hospitais)

Formatura - 1/jul

Horário das 8h30 às 11h30

Taxa de Adesão: R$ 200,00 – Referente aos custos administrativos do Curso de Formação
Em 2x – 100,00 dia 25/3
100,00 dia 15/4
Local:R. Guilherme Pinto, 400 - Derby, Recife - PE, 52010-210 Bloco B UNINASSAU - Prédio Espelhado em frente ao Restaurante Portal do Derby

ATENÇÃO: Em caso de desistência ou falta que o exclui do processo, a taxa NÃO será reembolsada.

FAÇA A SUA INSCRIÇÃO AQUI

Rio-de-Historias

O Instituto Rio de Histórias, afiliada da Associação Viva e Deixe Viver, iniciou suas atividades no Rio de Janeiro, em Janeiro de 2005, com o objetivo de selecionar, treinar e capacitar – anualmente, voluntários contadores de histórias.

O IRH atua em 23 hospitais parceiros, nas cidades do Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo e Nova Iguaçu, sendo 16 da Rede pública (federal, estadual e municipal) e 7 da Rede Privada.

Atualmente – 2016, temos 195 voluntários contadores de histórias atuando, nos nossos hospitais parceiros – listados abaixo, além de 25 voluntários “fazedores” de histórias – palestrantes, oficineiros, médicos, terapeutas, escritores, músicos.

O IRH nos últimos 10 anos de existência – 2005/2015 – atuou para mais de 145.000 (cento e quarenta e cinco mil) crianças/adolescentes, sendo que só no ano de 2005 foram quase 23.000 (vinte e três mil).


      Rio de Janeiro  
1) Hospital Mun. Lourenço Jorge Av. Ayrton Senna, 2000 - Barra
2) Hospital Vitória Av. Jorge Curi, 550 - Barra
3) Hospital Rios D’or Estrada dos Três Rios, 1366 - Jacarepaguá
4) Hospital Mun. Miguel Couto Rua Mário Ribeiro, 117 - Gávea
5) Hospital Federal da Lagoa Rua Jardim Botânico, 501 – Jardim Botânico
6) Centro Pediátrico da Lagoa Av. Lineu de Paula Machado, 64 - Lagoa
7) Hospital Copa D’or Rua Figueiredo de Magalhães,875 - Copacabana
8) Inst.Nac.de Cardiologia de Laranjeiras Rua das Laranjeiras, 374 - Laranjeiras
9) Instituto de Traumatologia - INTO Avenida Brasil, 500 - Caju
10) HEMORIO – Inst. Est. Hematologia Rua Frei Caneca, 8 - Centro
11) Hospital da Polícia Militar Rua Estácio de Sá, 20 - Estácio
12) SAMCI – Serv. Med. Cirúrgico Infantil Rua Silva Teles, 52 - Andaraí
13) PRONTOBABY – Hosp. Criança Rua Adolfo Mota, 81 - Tijuca
14) Hosp. Univ. Pedro Ernesto Rua 28 de setembro,77 – Vila Isabel
15) Hospital Mun. Salgado Filho Rua Arquias Cordeiro, 370 - Méier
16) Hospital Geral de Bonsucesso Avenida Londres, 616 - Bonsucesso
17) Hospital Mun. N.Sra. Loreto Estrada do Caricó, 26 – Ilha do Governador
18) Hospital Estadual Criança Rua Luiz Beltrão, 147 – Vila Valqueire
19) Hospital Oeste D’or Rua Olinda Ellis, 93 – Campo Grande
      Nova Iguaçu  
20) AACD – Ass.Assist.Criança Deficiente Rua Maranhão, 125 – Jardim Viga – Nova Iguaçu
      Niterói  
21) Hospital Estadual Azevedo Lima Rua Teixeira de Freitas, 30 – Fonseca - Niterói
22) Hospital Mun.Getúlio Vargas Filho Rua Teixeria de Fretas, s/número – Fonseca - Niterói
      São Gonçalo  
23) Hospital Infantil Darcy Vargas Rua Estefânia de Carvalho, s/número – Praça Zé Garoto
      Caixias  
24) Hospital Infantil Ismélia Silveira Avenida Presidente Kennedy, s/n. Centro Duque de Caxias - RJ

Parcerias Sociais:

A Unimed Rio - desde 2011.
A Universidade Estácio de Sá - desde 2015.

Apoiadora Social:

A Universidade Estácio de Sá – Campus Centro I – desde 2005

Contatos
Fundadora: Regina Porto – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Ouvidora: Ana Duek – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Apoiadora:

 

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